MÚSICA E CANTO NA LITURGIA
"Não a voz e sim a vontade, não
o som e sim o amor,
não as cordas e sim o coração...
produzem o louvor que o ouvido de Deus escuta ...
Que a língua sintonize com a alma. e a alma se harmonize
com Deus"
Escrito na estante do coro da Capela do antigo
convento de São Damião, em Assis,
onde Santa Clara e suas irmãs cantavam o Oficio Divino
I – CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE CANTOS
1. Nossas referências, nossas fontes de inspiração...
O ser humano é constitutivamente um ser celebrante, e
o ritmo da semana é um dado cultural de inúmeros
povos. Todo domingo chega, assim, com sabor de novidade, com apelo
ao reencontro da família, da comunidade, na fé,
na alegria da esperança, desabrochando no louvor, num "cântico
novo". Novo porque brota da vida que é sempre inédita
e inspiradora... porque estamos sempre em processo de morte-ressurreição,
em comunhão com Aquele, que, pelo seu Espírito faz
novas todas as coisas, convertendo-nos cada semana.
É importante selecionar bem os cantos para cada celebração.
Cabe a cada comunidade escolher, entre as muitas sugestões,
o que melhor lhe convém, levando em conta: a experiência
concreta de vida, os acontecimentos marcantes de cada semana;
os "sinais dos tempos", os apelos que brotam da realidade
do povo deste lugar; o momento presente (no Brasil, no mundo);
o jeito do povo daqui e de agora cantar sua vida e sua fé;
o Mistério de Cristo, desdobrado nas passagens dos textos
proclamados a cada semana, cada domingo, cada festa, e prolongado
e identificado nas vivências todas da Igreja, seu Corpo...
2. Tempo Litúrgico - A Igreja celebra no Tempo
O Domingo, como um dia especial, Natal e Páscoa, como
tempo de festa, são realidades na vida de todas as pessoas,
sejam ou não membros da comunidade eclesial. Seguindo a
sucessão de dias e noites e o movimento regular do sol,
que põe ritmo evidente no nosso universo, o cristão
se compraz em celebrar também ritmadamente o mistério
de Cristo. O Senhor santificou todo o tempo e, por isso, todos
os dias são santificados. Na vida concreta, porém,
chamamos de "santos" certos dias e certos tempos em
que abrimos mais espaço para celebrar o mistério
de Cristo ou algum aspecto da salvação.
A Páscoa e as alegrias de celebrá-la são
grandes demais para caberem nos limites de um Domingo. Desde cedo
a Igreja passou a consagrar a isso o ano todo, dividindo-o em
ciclos: um conjunto de domingos para celebrar o Salvador que se
manifesta ao mundo; e outro grupo dedicado á Paixão,
Morte e Ressurreição de Cristo, que nos envia o
Espírito Santo. E entremeando estes dois ciclos, numa longa
série de domingos, revive-se o que Jesus fez e disse como
nosso Redentor.
3. A Assembléia
Antes de mais nada, em nossas celebrações, devemos
levar em consideração as pessoas. A liturgia, afinal,
é o lugar por excelência do encontro das pessoas
humanas entre si, e das pessoas humanas com as Pessoas Divinas.
Quem são as pessoas que freqüentam nossas igrejas
e participam de nossas celebrações?
• Crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.
• Homens e mulheres, elas, quase sempre em número
maior.
• Gente da capital ou do interior, do centro ou da periferia.
• Gente de classe média, gente abastecida, gente
carente, classes altas e populares, erudita ou analfabeta.
• Povo, na sua maioria, pobre, sem terra, sem emprego, sem
estudo, assalariados ou autônomos de baixo poder aquisitivo,
que carrega sobre seu dorso a pesada cruz da opressão e
sofre as conseqüências de algum tipo de exclusão.
Gente para quem o Filho de Deus continua olhando com profunda
compaixão, porque são como ovelhas sem pastor (Mt
6,34)
Levar em consideração a assembléia celebrante,
com suas possibilidades, sua riqueza e seus limites, é
a primeira preocupação de uma liturgia verdadeiramente
pastoral. É o caminho mais seguro para se chegar a uma
celebração cheia de vida, significativa e personalizada,
sobretudo quando se trata de música e canto.
A assembléia litúrgica não é apenas
a soma dos indivíduos que a compõem. Ela é
a Igreja inteira, manifestando-se naqueles que estão reunidos
aqui e agora. Aí está o Cristo presente e agindo.
Claro que se trata de pessoas, mas em comunhão, e não
uma ao lado da outra. O que se quer é servir a essa comunhão
entre as pessoas. E essa compreensão mística determina
a prática do agente litúrgico-musical.
Não tem sentido, por exemplo, escolher os cantos de uma
celebração em função de alguns que
se apegam a um repertório tradicional, ou ainda de outros
que cantam somente as músicas próprias de seu grupo
ou movimento, nem de outros que querem cantar exclusivamente cantos
ligados à realidade sócio-política, se isto
vai provocar rejeição de parte da assembléia.
Pois todos têm o direito de compreender e participar com
gosto, sobretudo os mais desprovidos. É preciso que se
pense em todos, e em cada um na comunhão com os demais.
Nada mais sem graça e enfadonho do que uma celebração-robô,
um “enlatado” litúrgico sem o rosto da comunidade
que celebra, sem raiz nos acontecimentos que marcam a sua vida,
sem atualidade, fora do tempo e do espaço. Ao pretender
agradar a todos, termina sendo de ninguém. Pelo contrário,
onde se tem experiência de uma celebração
significativa e interessante há sempre por trás
uma equipe de celebração capaz de encontrar, com
a assembléia; por ela animada, o seu próprio estilo.
Mas, para chegar a este ponto, não basta a personalidade
de quem preside, a qualidade do coral, a competência dos
instrumentistas, a riqueza de um repertório ou a escolha
acertada dos cantos. É preciso que haja certa coerência
entre as pessoas e as ações. É preciso profunda
harmonia entre aquele que preside e as equipes de celebração
e o povo.
4. Equilíbrio: Tradição e Novidade,
Silêncio e Música Instrumental.
Os cantos escolhidos devem ter o equilíbrio entre tradição
e novidade, repetição e variedade, de modo que mantenha
a assembléia, ao mesmo tempo, segura ao cantar os cantos
da sua tradição e contente em poder renovar o seu
repertório. Todo escriba versado nas coisas do Reino
de Deus sabe tirar do seu tesouro coisas novas e velhas (Mt
13,52).
Oportunamente, como parte da celebração, deve-se
observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento
que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial
e após o convite à oração, todos se
recolhem. Após urna leitura ou homilia, meditam brevemente
o que ouviram. Após a comunhão, louvam e rezam a
Deus no íntimo do coração.
A linguagem musical dos instrumentos tem seu lugar e importância
na celebração da fé, não somente enquanto
acompanha, sustenta e dá realce ao canto, que é
a sua função principal, mas também por si
mesma, ao proporcionar ricos momentos de prazerosa quietude e
profunda interiorização ao longo das celebrações,
proporcionando-lhes assim maior densidade espiritual. Os instrumentos
musicais podem ser mais valorizados para executar um prelúdio,
interlúdio ou posludio proporcionando clima para determinados
momentos.
II – MINISTÉRIOS E SERVIÇOS DO CANTO
Animador ou solista
É importante a participação de duas pessoas
adequadamente preparadas para o papel de solistas a fim de apoiar
e dirigir o canto, animar a assembléia, principalmente
em lugares onde nem um pequeno grupo de cantores pode ser formado.
Os animadores, com sua sensibilidade e criatividade, devem encontrar
a expressão corporal mais adequada a cada tipo de canto,
provocando a assembléia, com naturalidade e simplicidade,
a expressar-se com gestos, palmas e dança, em certos momentos
da celebração.
Salmista
É importante valorizar a função do Salmista,
com seu ministério específico. O Salmista canta
o texto principal, cabendo à assembléia responder
com o refrão.
Coral
É função ministerial do coral: Enriquecer
o canto do povo, com maiores possibilidades de variar os textos
e melodias. Dar um colorido mais próprio a cada celebração
do ano litúrgico, favorecendo ao povo uma vivencia mais
intensa da diversidade do ministério cristão. Guiar
e sustentar as voes do povo. A atuação do coral
não deve inibir o canto do povo, transformando-o em mero
ouvinte.
Instrumentistas
Assim como a voz, o instrumento musical, como prolongamento da
ação humana, não pode ser classificado como
sacro ou profano. Os documentos da Igreja abriram espaço
para urna inculturação dos instrumentos musicais,
levando-se em conta o gênio, a tradição e
a cultura de cada povo, integrando-se à liturgia e ao contexto
no qual se insere a comunidade celebrante. O recurso de "fundo
musical" é inoportuno durante a proclamação
das leituras e durante a oração eucarística.
Quando acompanha o canto, não deve abafar as vozes. As
introduções soladas são adequadas para facilitar
a entrada uniforme dos cantores e da assembléia.
III – TÉCNICAS DE: VOZ / USO DO MICROFONE / SOM
Voz
Animadores, Solista e Salmistas, devem observar cuidadosamente
a Pronúncia e Comunicação, altura adequada
de com naturalidade sem forçar a voz, prever as pausas
para respiração. Quando houver aperfeiçoado
sua técnica vocal, cuidar da expressão e interpretação,
para tomar os textos orantes.
Microfone
Onde o uso do microfone se faz necessário, guardar a correta
distância, direcionar a voz para que não se desvie,
cuidar da respiração.
Som
Na medida do possível providenciar equipamentos de boa
qualidade de som. A boa comunicação é muito
importante.
IV – A SEQÜÊNCIA DA CELEBRAÇÃO
RITOS INICIAIS
1. Canto de Abertura
Este canto, inserido nos ritos iniciais, cumpre antes de tudo
o papel de criar comunhão. Seu mérito é de
convocar a assembléia e, pela fusão das vozes, juntar
os corações no encontro com o Ressuscitado. Este
canto tem de deixar a assembléia num estado de ânimo
apropriado para a escuta da Palavra de Deus.
A vantagem de o povo responder com um refrão (cantado
de cor) a alguns versos, entoados por um cantor ou grupo de cantores,
é a de os fiéis mais livremente poderem olhar para
a procissão de entrada.
Um canto estrófico não seria tão indicado
durante a procissão de entrada, mas poderia, eventualmente,
ser funcional após a procissão, a fim de a comunidade,
agora formada, poder firmar-se mais através de um hino
cantado por todos.
2. Rito Penitencial
Este Rito visa educar-nos para o senso do pecado pessoal e social,
como também do ministério da reconciliação
de toda a Igreja. Assim, sua função não pode
ficar reduzida a uma moralização ou acusação,
só, dos outros.
A breve ladainha "Senhor, tende piedade" foi incorporada
ao rito penitencial como parte de um momento de reconciliação.
Há fórmulas mais ricas no Missal e nos Hinários.
3. Glória
O Glória, que é um hino antiqüíssimo,
iniciando-se com o louvor dos anjos na noite do Natal do Senhor,
desenvolveu-se antigamente no Oriente, como homenagem a Jesus
Cristo. Não constitui uma aclamação trinitária.
É recomendável executar as frases do Glória
alternadamente, em dois grupos (homens-mulheres, solista-povo
... ) A Liturgia não utiliza este hino nos tempos litúrgicos
do Advento e da Quaresma, certamente pelo fato de um hino festivo
não sintonizar com um tempo penitencial. É bom que
seja cantado e não falado.
LITURGIA DA PALAVRA
4. Salmo Responsorial
Para a Liturgia da Palavra ser mais rica e proveitosa, há
séculos um salmo tem sido cantado corno prolongamento meditativo
e orantc da Palavra proclamada. Ele reaviva o diálogo da
Aliança entre Deus e seu povo. Deve ser proclamado ou cantado
do Ambão, preferivelmente na forma dialogada. O Salmo é
um tex10 bíblico integrado na liturgia da Palavra e por
isso não deve ser trocado. Faz parte do conjunto das leituras.
5. Aclamação ao Evangelho
A aclamação "Hallelu-Jah" (Louvai ao Senhor!)
que tem sua origem na liturgia judaica, ocupa lugar de destaque
na tradição cristã. Mais do que apenas ornamentar
a procissão do lado, sempre foi a expressão de acolhimento
solene de Cristo, que vem a nós por sua palavra viva, sendo
assim manifestação da fé nesta presença
atuante do Senhor. No caso de uma procissão da Bíblia
já ter sido feita antes da primeira leitura, poderia ser
executada uma dança antes da proclamação
do Evangelho, ao ser cantado ao Aleluia.
O Aleluia ou versículo antes do Evangelho podem ser omitidos
quando não são cantados (fazer momento de silêncio).
Após a proclamação do Evangelho é
bom repetir. ir o Aleluia, ou cantar um refrão como resposta.
6. Creio
O "Símbolo" é um texto que não
tem sido muito musicado por nossos compositores. Se for cantado,
que seja numa simples cantilena em forma alternada por dois grupos.
7. Oração Universal
A mais solene é a da Sexta-feira da Paixão, em que
as intenções também são cantadas.
As intenções podem ser cantadas por um solista e
a assembléia responde cantando, a cada invocação
ou após uma única oração onde todas
as intenções são incluídas. Outra
alternativa poderia ser a ladainha.
LITURGIA EUCARÍSTICA
8. Apresentação das Oferendas (Facultativo)
Não é sempre necessário nem desejável,
principalmente quando não há uma procissão
mais solene dos dons, embora seja muito apreciado pelas nossas
comunidades, que deseja expressar sua disposição
de querer oferecer sua vida, luta e trabalho ao Senhor.
Seria conveniente o Presidente, sentado, esperar a realização
da coleta feita por alguns membros da comunidade, acompanhada
por um canto do coral ou grupo de canto. A coleta seria, então
levada junto com os dons (pão, vinho e água) acompanhada
de um canto processional (não precisa necessariamente falar
de pão e vinho) cantado por todos, e só então
cantar as orações de oferecimento "Bendito
sejais, Senhor", com a resposta "Bendito seja Deus para
sempre. (Hin. Lit.3°fasc. P. 22 ou 41)
9. Oração Eucarística
Prefácio – A Introdução
do Hinário Litúrgico 3° fascículo recomenda
que seja cantado.
Santo – Aclamação cantada
por todo o povo, que concluí o Prefácio ou a louvação
na Celebração da Palavra.
Aclamações (Facultativas) –
durante a Oração Eucarística para promover
a participação do povo.
Aclamação Memorial – O Missal
oferece algumas fórmulas que expressam o anuncio do Mistério
Pascal. Esta aclamação não deve ser substituída
por um canto eucarístico ou de devoção à
presença real de Cristo na Eucaristia. Sendo uma das aclamações
mais importantes da missa, convém que seja cantada por
todos em resposta à introdução: "Eis
o mistério da fé!”, entoada por quem preside.
Solene Doxologia Final – Cantado por toda
a assembléia, podendo ser enriquecido com textos previstos
pelo Missal.
RITOS DA COMUNHÃO
10. Pai Nosso – A Oração
do Senhor introduz nossa preparação imediata ao
Banquete Pascal. Cantar em melodia simples.(Hinário
Lit3.° fasc. P. 28. 60. 63)
Aclamação: "Vosso é o Reino"
– deve ser cantada especialmente quando se canta o Pai Nosso.
11. Abraço da paz (Facultativo) –
Não pode substituir ou abafar o canto "Cordeiro de
Deus", que tem preferência durante o Rito da fração
do pão.
12. Cordeiro de Deus – Acompanha o partir
do pão antes de ser distribuído. Pode ser cantado
pelo coral, pois não é necessariamente um canto
do povo, como o Pai Nosso e o Santo. Quem inicia este canto não
é quem preside, mas o animador ou a assembléia.
Só deve ser executado no momento de partir o pão
eucarístico.
13. Canto da comunhão – Ressalta
o sentido de unidade. Expressa a alegria pela unidade
do Corpo de Cristo e pela realização do Mistério
que está sendo celebrado. A letra não deve ser
excessivamente subjetiva, individualista, intirnista e sentimentalista
da comunhão. Deve projetar a assembléia como
um todo, e cada um que dela participa, para a constituição
de Corpo Místico de Cristo.
14. Ação de graças após a
comunhão (Facultativo) – Pode ser feito
silêncio para um momento de interiorização.
Quando cantado seria desejável que fosse uma ressonância
da Liturgia da Palavra.
RITOS FINAIS
15. Canto Final ou de Despedida (Facultativo)
– Deve haver canto final? Normalmente não tem sentido.
A reforma conciliar pôs o "Ide em paz"
como última fórmula da celebração,
e seria ilógico um canto neste momento, pois a assembléia
está dispensada. O ideal seria o próprio "Ide
em paz", ou fórmula que lhe corresponda, ser cantado
pelo diácono ou cantor e respondido pelo canto da assembléia
que se vai. Durante a saída do povo, o mais conveniente
seria um acompanhamento de música instrumental. Se em alguma
ocasião parecer oportuno um "canto final", por
exemplo, o hino do Padroeiro na sua festa, ou um hino em honra
da Mãe do Senhor em alguma de suas comemorações,
que ele seja cantado com a presença de todos, logo após
a bênção, antes do "Ide em paz".
V – GRAUS DE IMPORTÂNCIA DOS CANTOS LÍTÚRGICOS
A Instrução "Musicam Sacram"
propõe três graus de participação cantada:
Primeiro Grau:
• Nos Ritos iniciais:
- a saudação de quem preside junto com a resposta
do povo
- a oração
• Na Liturgia da Palavra:
- a aclamação ao Evangelho
• Na Liturgia Eucarística:
- a oração sobre as oferendas
- o Prefácio, com o diálogo e o Santo
- a doxologia final
- a Oração do Senhor com seu convite e o "embolismo"
- a saudação da paz
- a oração após a comunhão
• Nos Ritos Finais:
- a bênção final
- as fórmulas de despedida
Segundo Grau:
• o "Senhor, tende piedade", o "Glória"
e o "Cordeiro de Deus"
• a Profissão de Fé
• a Oração dos fiéis
Terceiro Grau:
• os cantos processionais de entrada e comunhão
• o Salmo Responsorial
• as leituras da Sagrada Escritura
As Aclamações
Em cada celebração eucarística, cinco aclamações,
necessariamente, sejam cantadas, mesmo naquelas celebrações
em que nenhuma outra parte for cantada:
• Aleluia (antes do Evangelho)
• o Santo
• a Aclamação Memorial (logo após
a narrativa da Instituição)
• o grande Amém
• e o Vosso é o Reino. (após o Pai
Nosso)
Na Celebração Dominical da Palavra, três
destas aclamações não podem faltar:
• o Aleluia, o Santo após o canto
da louvação, e o Vosso é o Reino.
Cantos suplementares
Esta categoria inclui cantos para os quais não há
textos específicos previstos. A rigor, são elementos
facultativos da celebração, e nem precisam ser falados
ou cantados:
• o Canto de apresentação das oferendas
• o Canto de ação de graças após
a comunhão
• o Canto de acolhida do Livro das Sagradas Escrituras
• o Canto da paz
• as Aclamações da Oração Eucarística
• o Canto Final
Observação:
Estas colocações foram elaboradas, resumidamente,
através de pesquisa nos livros: "A Música Litúrgica
no Brasil, Estudos da CNBB 79 / "Animação da
Vida Litúrgica no Brasil", Documento 43 CNBB / Hinário
Litúrgico CNBB 3° fascículo
VI – MATERIAL
Para liturgia:
Documento 43 CNBB “Animação da vida litúrgica
no Brasil”
Documento52 CNBB “Orientações para a celebração
da Palavra de Deusa”
Subsídios da CNBB 3 “Celebração da
Palavra de Deus”
Buyst, Ione em Coleção “Equipe de Liturgia”,
Ed. Vozes (6 cadernos)
Musica e canto:
Estudos da CNBB 79 “A Musica Litúrgica no Brasil”
Hinários Litúrgicos CNBB (4 fascículos)
Oficio Divino das Comunidades Paulus Editora