Adoração Eucarística

1. Canto de abertura 

1. Cristo, quero ser instrumento de tua paz e do teu infinito amor.

Onde houver ódio e rancor, que eu leve a concórdia, que eu leve o amor.

 

Onde há ofensa que dói, que eu leve o perdão

Onde houver a discórdia, que eu leve a união e tua paz.

 

2. Mesmo que haja um só coração que duvida do bem, do amor e do céu,

quero com firmeza anunciar a palavra que traz a clareza da fé.

 

3. Onde houver erro, Senhor, que eu leve a Verdade, fruto da tua luz

onde encontrar desespero que eu leve a esperança do teu nome, Jesus.

 

4. Onde encontrar um irmão a chorar de tristeza, sem ter voz e nem vez,

Quero bem no seu coração semear alegria para florir gratidão.

 

5. Mestre, que eu saiba amar, compreender, consolar e dar sem receber

Quero sempre mais perdoar, trabalhar na conquista e vitória da paz.

 

2. Motivação

 

L1 – Somos convidados a construir a paz pela oração, pela conversão e por gestos concretos de solidariedade. A fonte da paz e da solidariedade é o Mistério Pascal de Cristo, celebrado na Eucaristia e vivido no dia-a-dia.

 

L2 – O papa João Paulo II nos pede que concentremos todos os esforços em favor da paz e nos propôs o Ano Eucarístico como tempo privilegiado para nos convertermos para a partilha, o perdão e a fraternidade.

 

L1 – Como podemos ler na sua carta Mane Nobiscum Domine, este ano quer sobretudo acentuar a dimensão eucarística da vida cristã. Vejamos o que isso significa, no fechamento que o Papa dá ao tema:

 

L2 – “Há ainda um ponto sobre o qual gostaria de chamar a atenção, porque sobre ele recai em grande medida a autenticidade da participação na Eucaristia, celebrada na comunidade: é o impulso que ela traz em si por um empenho eficaz na edificação de uma sociedade mais justa e fraterna. Na Eucaristia, nosso Deus manifestou a forma extrema do amor, derrubando todos os critérios de domínio que regem freqüentemente as relações humanas e afirmando de modo radical o critério do serviço: Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos” (Mc 9,35). Não por acaso, no evangelho de João não encontramos a narrativa da instituição eucarística, mas a do “lava-pés” (cf. Jo 13,1-20): inclinando-se para lavar os pés de seus discípulos, Jesus explica de modo inequívoco o sentido da Eucaristia. São Paulo, por seu lado, insiste com vigor que não é lícita uma celebração eucarística na qual não refulja a caridade testemunhada pela partilha concreta com os mais pobres (cf. 1Cor 11, 17-22.27-34). Por que, então, não fazer deste Ano da Eucaristia um período no qual as comunidades diocesanas e paroquiais se empenhem de modo especial em ir ao encontro, com fraterna operosidade, de alguma das tantas pobrezas de nosso mundo?” (nº 28)

 

3. Momento de silêncio e adoração pessoal

 

4. Celebração das Vésperas

 

5. Canto:

 

Tão sublime sacramento

Adoremos neste altar

Pois o Antigo Testamento

Deu ao novo o seu lugar.

Venha a fé por suplemento

Os sentidos completar

 

Ao Eterno Pai cantemos

E a Jesus o Salvador,

Ao Espírito exaltemos,

Na Trindade, Eterno Amor

Ao Deus Uno e Trino demos

A Alegria do louvor. Amém.

 

6. Benção simples

 

Dir. – O senhor te abençoe e te guarde!

T. – Amém.

 

Dir. – O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te seja benigno!

T. – Amém.

 

Dir. – O senhor mostre para ti a sua face e te conceda a paz! T. – Amém.

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